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	<title>Adolescentes &#8211; Terapia de Casal &amp; Relacionamentos | Psicólogo Elidio Almeida</title>
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	<description>Psicólogo em Salvador, especialista em terapia de casal, relacionamentos e orientação emocional. Online e presencial em Salvador. Toda relação tem uma solução!</description>
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	<title>Adolescentes &#8211; Terapia de Casal &amp; Relacionamentos | Psicólogo Elidio Almeida</title>
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		<title>Emojis: divertido, prático e potencialmente danoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elídio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 17:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indiscutivelmente, os emojis são parte essencial da comunicação por texto praticada por meio da internet. A versão mais atual desses símbolos são os stickers ou figurinhas personalizadas: uma verdadeira paixão entre os usuários. No entanto, poucos sabem como surgiu a ideia de utilizar essa linguagem nas mensagens instantâneas. Menos ainda, são aqueles que conhecem a relação deles com a psicologia e os estudos das emoções.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Indiscutivelmente, os <strong>emojis</strong> são parte essencial da comunicação por texto praticada por meio da <a href="https://www.instagram.com/elidioalmeida_psicologo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">internet</a>. A versão mais atual desses símbolos são os <em>stickers</em> ou figurinhas personalizadas: uma verdadeira <a href="https://elidioalmeida.com.br/blog/paixao-conflitos-no-sentimento-e-no-relacionamento-amoroso/" data-type="post" data-id="7917" target="_blank" rel="noreferrer noopener">paixão</a> entre os usuários. No entanto, poucos sabem como surgiu a ideia de utilizar essa linguagem nas mensagens instantâneas. Menos ainda, são aqueles que conhecem a relação deles com a psicologia e os estudos das emoções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Emoji</strong> é uma palavra japonesa, formada por “e” (imagem) e “moji” (personagem). Isso já elucida o contexto e onde o conceito nasceu, por volta da década de 90. O criador foi o japonês Shigetaka Kurita. Desde então, os emojis popularizaram-se e houve uma significativa transformação da troca de mensagens em um processo muito mais <strong>divertido </strong>e<strong> expressivo</strong>. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="695" height="362" src="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Shigetaka-Kurita-criador-do-Emoji-e-alguns-dos-primeiros-s%C3%ADmbolos.jpg?resize=695%2C362&#038;ssl=1" alt="Shigetaka Kurita, criador dos emojis." class="wp-image-26466" srcset="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Shigetaka-Kurita-criador-do-Emoji-e-alguns-dos-primeiros-s%C3%ADmbolos.jpg?w=695&amp;ssl=1 695w, https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Shigetaka-Kurita-criador-do-Emoji-e-alguns-dos-primeiros-s%C3%ADmbolos.jpg?resize=300%2C156&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Shigetaka-Kurita-criador-do-Emoji-e-alguns-dos-primeiros-s%C3%ADmbolos.jpg?resize=260%2C135&amp;ssl=1 260w, https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Shigetaka-Kurita-criador-do-Emoji-e-alguns-dos-primeiros-s%C3%ADmbolos.jpg?resize=50%2C26&amp;ssl=1 50w, https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Shigetaka-Kurita-criador-do-Emoji-e-alguns-dos-primeiros-s%C3%ADmbolos.jpg?resize=144%2C75&amp;ssl=1 144w" sizes="(max-width: 695px) 100vw, 695px" /><figcaption>Shigetaka Kurita, criador dos emojis.</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">A expressão dos sentimentos e emoções</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Somente 8% da população brasileira consegue ler e interpretar um texto. Isso é o que diz uma pesquisa do IPM e da Ong Ação Educativa (2016). Veja <a href="https://www.noroesteonline.com/somente-8-da-populacao-brasileira-consegue-ler-e-interpretar-textos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. Certamente, o mesmo não ocorre com a leitura e análise de imagens. Não por acaso, o surgimento dos emojis contribuiu significativamente para tornar mais fluida a troca de mensagens. Além do mais, nesse contexto, os emojis tornaram mais eficiente a maneira pela qual se expressa ideias, <strong>sentimentos e emoções</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de expressar adequadamente os sentimentos e emoções está presente em diversas áreas da psicologia. Por exemplo: a <a href="https://elidioalmeida.com.br/blog/comportamento-assertivo-pensar-agir-e-ser-diferente-sendo-respeitado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">assertividade</a>, linguagens corporais e o comportamento verbal, proposto por Skinner. Todos esses meios ajudam as pessoas a se comunicar melhor, ou seja, deixando cada vez mais evidente seu posicionamento diante de determinada situação ou contexto. Justamente por isso, os emojis fazem tanto sucesso, pois expressam de forma mais nítida o sentimento durante a interação. Entretanto, algumas pessoas veem nesse recursos de linguagem apenas o caráter <strong>prático </strong>e <strong>divertido</strong> da comunicação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Complemento à linguagem</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Com o advento da comunicação virtual, por meio da escrita, o desafio é a comunicação de sentimentos. Mesmo utilizando a pontuação consagrada da língua (exclamações, interrogações, reticências etc.), que permite a identificação do “subtexto” ou “leituras das entrelinhas” de uma mensagem escrita, parece necessário dispor de indicadores “extras” da emoção, por meio de símbolos gráficos. </p><cite>Del Prette A., Del Prette, (2017)</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme os autores supracitados, os emojis funcionam como complemento à linguagem escrita. Ou seja, são símbolos que têm por objetivo transmitir sentimentos, emoções, intenções, pensamentos. Quanto a isso, não há dúvida. Contudo, é importante questionar os eventuais prejuízos colecionados diante dessa prática. Afinal, muitas pessoas estão perdendo a habilidade de expressar seus sentimentos e emoções por outras vias das expressões humanas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A parte pelo todo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Introjetar para si a metonímia de expressar sentimentos e emoções por meios dos emojis (exclusivamente ou em maior parte) é preocupante. Infelizmente, essa é uma realidade vivida especialmente pelos mais jovens. No entanto, este grupo não está sozinho. Essa também é uma prática daqueles que se comunicam principalmente por meio das <a href="https://www.instagram.com/elidioalmeida_psicologo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redes sociais</a> ou aplicativos de conversa instantâneas, como o WhatsApp. O risco desse hábito prático, divertido, mas também danoso, é que o ser humano pode perder a habilidade e a variabilidade de se comunicar por outros meios. Ou seja, tal hábito pode atrofiar outras maneiras de externalizar os sentimentos, emoções e demais aspectos da subjetividade humana. Sim, esse é um aspecto desumanizador dessas interações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não obstante, um dado tão emblemático quanto o que informa que apenas 8% da população de um país consegue ler e interpretar um texto não deve ser desassociado da linguagem primordialmente utilizada por esse povo. Ao restringir todo potencial expressivo aos emojis e suas figurinhas, perde-se o potencial de comunicar ideias , sentimentos e emoções por outras formas efetivamente mais humanas. Em paralelo, é notória a insegurança emocional das pessoas que enfrentam a <a href="https://elidioalmeida.com.br/blog/como-faco-para-deixar-de-ser-timido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">timidez</a>, dificuldades para iniciar uma conversa, paquerar ou fazer uma apresentação em público. Todavia, muitas dessas pessoas não encontram dificuldades para se expressar através das figurinhas e dos emojis. O curioso é perceber que a eficácia desse método é seletiva e não contempla todos os contextos. Diante disso, é possível concluir que a humanidade já está num estágio avançado dessa degradação. O que você pensa sobre isso?</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Del Prette A., Del Prette, Z.A.P. (2017). <em>Competência Social e Habilidades Sociais: Manual Teórico-prático</em>. Petrópolis: Editora Vozes, 252 p.</pre>
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		<title>IMPOTÊNCIA SEXUALPor que alguns homens brocham ao colocar a camisinha?</title>
		<link>https://elidioalmeida.com.br/blog/impotencia-sexual-por-que-alguns-homens-brocham-ao-colocar-a-camisinha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elídio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 21:40:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Impotencia Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impotência Sexual &#8211; O clima está quente, falta só a camisinha. De repente, bem naquela paradinha para colocar o preservativo, ocorre a perda da ereção...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Impotência Sexual</b> &#8211; O clima está quente, falta só a camisinha. De repente, bem naquela paradinha para colocar o preservativo, ocorre a perda da ereção e isso frustra a relação, especialmente para o homem, que se sente envergonhado e impotente, mesmo que sua parceira não o responsabilize pelo insucesso.<br />
Você já passou por isso? Pois é, acontece mesmo. Essa é uma queixa muito comum entre os homens que buscam tratamento com psicólogos e neurologistas para tratar a questão. Mas isso não é desculpa para abrir mão da camisinha na hora do sexo, não é verdade?!<br />
<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2017/08/impotencia-sexual-tratamento-psicologo-em-salvador.jpg?resize=475%2C347&#038;ssl=1" alt="impotência sexual tratamento psicólogo em salvador" width="475" height="347"></p>
<h3><b>A culpa não é da camisinha</b></h3>
<p>Quase sempre, a camisinha não é a fonte do problema. Na maioria dos casos, essa <b>perda de ereção é psicológica</b>. Os próprios urologistas afirmam que o preservativo não corta circulação. Na maioria dos casos, isso não passa de mito.<br />
O que ocorre é que a pausa para vestir a camisinha permite que o homem dê vazão aos sentimentos de<a href="https://elidioalmeida.com.br/ansiedade-medo-e-fobia-2/"> ansiedade</a> e<a href="https://elidioalmeida.com.br/ansiedade-antes-a-mocinha-hoje-a-grande-vila-da-nossa-vida/"> insegurança</a>, o que pode afetar a ereção. Falta de intimidade e de experiência, expectativa elevada e imaturidade também podem ser algumas das causas do problema. Nesses casos, a psicoterapia pode ajudar bastante.<br />
Homens mais velhos, que nunca tiveram o hábito de usar a proteção, ou mesmo os menos experientes, têm dificuldade em usar a camisinha. Daí, eles criam ou alimentam a ideia de que a camisinha atrapalha e então criam desculpas para evitá-la.<br />
Sobre a história que a camisinha aperta a ponto de cortar a circulação, os médicos dizem que é lenda. Porém, se essa for a questão, usar uma camisinha de tamanho maior resolve.<br />
Ou seja, às vezes, o cara não tem uma ereção tão boa ou tem menor sensibilidade, o que dificulta a colocação da camisinha e ele acha mais fácil atribuir isso ao preservativo. Em todos os casos, consultar um urologista é fundamental para afastar causas físico-orgânicas.</p>
<h2><b>Impotência sexual e o treinamento de camisinha</b></h2>
<p>Certo, a camisinha não é a culpada pelas &#8220;brochadas&#8221; e muitos homens acham que têm impotência sexual. Mas como resolver o problema?<br />
A recomendação, a priori, é ter calma. Não adianta forçar uma situação, pois isso tende a gerar mais ansiedade, pressão e culpa. Uma dica que costumo sempre passar para meus pacientes é tentar conversar com sua parceira ou parceiro sobre seus medos, anseios e dificuldades. Jogar limpo deixa o casal mais cúmplice e mais íntimo para lidar com essa questão que interessa a ambos.<br />
Também é importante que se crie uma intimidade com a camisinha. Masturbar-se sozinho ou com auxílio da outra pessoa pode ajudar a tornar o preservativo menos aversivo e naturalizá-lo no sexo do casal. Vale lembrar que a camisinha é o único método seguro contra as DST&#8217;s &#8211; Doenças Sexualmente Transmissíveis.<br />
<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2017/08/impotencia-sexual-psicologo-em-salvador.jpg?resize=716%2C477&#038;ssl=1" alt="impotência sexual psicólogo em salvador" width="716" height="477"></p>
<h3><b>Único método seguro contra doenças</b></h3>
<p>Muita gente não está usando mais camisinha, especialmente para as relações ocasionais, o que é um absurdo. Não por acaso, os casos de infecção por HIV tem aumentado cada vez mais em toda a população. Dados da ONU mostram que os casos de contaminação por HIV no nosso país aumentaram em 3% entre 2010 e 2016, enquanto no resto do mundo caíram em 11%.<br />
Também não podemos esquecer de todas as outras DSTs, como a sífilis, que está em epidemia, e a gonorreia, que também está aumentando. A camisinha é o único método seguro que existe para a prevenção de doenças. Como são doenças invisíveis ou muitas vezes silenciosas, o uso da camisinha é fundamental.<br />
Por isso, nunca se esqueça: a culpa pela perda de ereção não é do preservativo e é essencial insistir em usá-lo. Por isso, se você não está conseguindo lidar bem com a camisinha, procure ajuda qualificada, pois as causas podem ser físicas, mas também pode ter origem emocional ou psicológica e isso tem tratamento.</p>
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		<title>Todos nós somos vítimas do bullying.</title>
		<link>https://elidioalmeida.com.br/blog/todos-nos-somos-vitimas-do-bullying/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elídio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2015 11:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bullying &#8211; Faz uns vinte minutos que estou aqui diante do computador, com uma tela em branco aberta diante dos meus olhos, os dedos paralisados...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bullying</strong> &#8211; Faz uns vinte minutos que estou aqui diante do computador, com uma tela em branco aberta diante dos meus olhos, os dedos paralisados e o cérebro a mil, mas as palavras não saem.<br />
Não está sendo fácil expressar meus sentimentos ou <a href="https://elidioalmeida.com.br/alexitimia-a-dificuldade-para-expressar-emocoes-e-sentimentos/" target="_blank" rel="noopener">traduzir estas emoções em palavras</a>.<br />
Foram poucas as vezes em que me vi assim, nessa situação, na qual precisei de um tempo muito maior que o necessário para iniciar um texto, ainda mais sobre o tema com o qual me identifico e tenho dedicado especial atenção nas minhas publicações aqui no <a href="https://elidioalmeida.com.br/blog/" target="_blank" rel="noopener">blog</a> e em outros trabalhos, como é o caso do bullying.<br />
Assistir e analisar as imagens do vídeo abaixo, que, na minha opinião, são muito impactantes, inclusive para mim que lido com questões de bullying quase que diariamente no consultório, não é uma tarefa fácil.<br />
No entanto, encarar os fatos como uma realidade que reflete um problema crônico da nossa humanidade e que nos atinge diretamente, pode nos levar a perceber que o bullying transforma todos nós, indistintamente em vítimas dessa <a href="https://elidioalmeida.com.br/comportamento-agressivo-falo-o-que-penso-e-nao-levo-desaforo-pra-casa/" target="_blank" rel="noopener">agressão</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LesnxTo55LM" width="420" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Segundo informações, o vídeo foi gravado há pouco mais de um mês na escola Francisco Leite, no bairro de Águas Claras, em Salvador-BA.<br />
Embora as cenas evidenciem alguns agressores e um alvo, ocultam um forte esquema de produção que possui um elenco gigantesco e uma mega estrutura para que tais cenas fossem concebidas.<br />
Não é difícil imaginar quantas mães e pais se iludem acreditando que seus filhos estão seguros nas escolas e que nesses ambientes – públicos ou privados – estão se tornando cidadãos, sendo que, muitas vezes, nem a própria família possui insumos adequados para tal formação e depositam suas expectativas nas mãos dos professores que, além das matérias curriculares e do pensamento crítico, são requeridos a assumir funções que não são suas como construir valores sociais, morais, religiosos e sexuais, dentre outros, num tremendo contrassenso ao esperado ao processo educacional..<br />
Por outro lado, os governantes se esbaldam nas propagandas publicitárias falando que temos sistemas de educação altamente eficazes (o que pode até ser verdade, mas são casos isolados), que somos uma pátria educadora, quando, na verdade, tudo não passa de tentativas de mascarar a realidade bruta e selvagem a que estamos expostos.<br />
Os políticos, de forma geral, parecem desconhecer a realidade do país que governam ou para o qual fazem e aprovam leis. As autoridades legais não conseguem agir com eficácia diante de tragédias como essa. E nós, enquanto população, acreditamos que rir, compartilhar, ver graça numa criança ser violentada ou apenas apontar nosso indicador para A ou B é o suficiente para mudarmos essa realidade. Na verdade, &nbsp;com isso, deixamos de enxergar e reconhecer que <strong>todos somos vítimas do bullying</strong>.<br />
<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Bullying-terapia-e-casal-em-salvador.jpg?resize=520%2C272&#038;ssl=1" alt="Bullying terapia e casal em salvador" width="520" height="272"><br />
Sim, todos nós. Ao menos eu, adulto, aqui num consultório confortável, sem levar tapas na cabeça, chutes, pontapés e sem ameaças ou xingamentos, me sinto tão agredido quanto o garoto alvo das agressões que vimos no vídeo. E digo mais, os agressores também são vítimas de alguma forma, ainda que vítimas dessa humanidade falida, de uma sociedade selvagem e vazia consigo e com o próximo.<br />
Obviamente que o bullying é apenas uma das inúmeras nomenclaturas que poderíamos usar para descrever um problema como este que revela a cronicidade da desumanização que nos cerca e nos envolve.<br />
É triste pensar que isso aí que vimos (que por si só já é preocupante) pode ser apenas a ponta de um iceberg sustentada por camadas e camadas de um gelo social que, mesmo oculto e omisso, serve de estrutura que sustenta e mantém a gravidade de um problema que vai muito além de um garoto que é brutalmente agredido física e emocionalmente.<br />
<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2015/12/bullying-psicologo-em-salvador.jpg?resize=581%2C362&#038;ssl=1" alt="bullying psicólogo em salvador" width="581" height="362"><br />
Enquanto acharmos que apenas os garotos do subúrbio, das favelas e das comunidades carentes são as únicas vítimas de bullying e que apenas estes estão encurralados, coagidos, oprimidos ou que apanham brutalmente, não mudaremos essa realidade tão desprezível. Contudo, uma coisa é certa, talvez eu ou você jamais venha a tomar uns tapas de marginais, mas devemos ter consciência de que tomamos tapas diários tão fortes e dolorosos como aqueles, ainda que esses tapas venham em forma de vídeos que retratam a nossa realidade e chocam nossa percepção.</p>
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		<title>Você sabe o que é efebofilia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elídio Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2015 10:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno]]></category>
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		<category><![CDATA[Transtornos sexuais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Efebofilia, saiba o que é. Descobrir o “mundo das parafilias” é uma experiência que pode gerar atitude preventiva para si e para outras pessoas. Por...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: justify;"><strong>Efebofilia</strong>, saiba o que é.</h5>
<p style="text-align: justify;">Descobrir o “mundo das parafilias” é uma experiência que pode gerar atitude preventiva para si e para outras pessoas. Por isso, falar sobre a efebofilia e &nbsp;os comportamentos sexuais que destoam da curva normal esperada para nossa cultura abre espaço para abordamos muitos conceitos e comportamentos que podem nos ajudar a compreender ou tratar os desvios comportamentais relacionados à sexualidade humana em nosso contexto.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dessas parafilias é a efebofilia, um comportamento ou preferência sexual que menores de idade, que muitas vezes, é negligenciado, mas que pode causar um grande estrago na vida das pessoas, especialmente dos <a href="https://elidioalmeida.com.br/2011/01/comportamento-de-birra-2-em-adolescentes-e-adultos/" target="_blank" rel="noopener">adolescentes</a>.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2015/10/efebofilia-elidio-almeida-psicologo-em-salvador.jpg?resize=640%2C361&#038;ssl=1" alt="efebofilia elidio almeida psicólogo em salvador" width="640" height="361"></p>
<h5 style="text-align: justify;">O que é efebofilia?</h5>
<p style="text-align: justify;">Uma das parafilias mais graves e impactantes que existe na nossa sociedade é a <strong>pedofilia</strong>. Embora a efebofilia comumente seja tratada como pedofilia, há uma distinção entre elas que precisa ser considerada.</p>
<p style="text-align: justify;">A pedofilia, em linhas gerais, é o comportamento sexual ou a atração sexual por crianças pré-púberes (até os 12 anos), enquanto que a efebofilia seria o comportamento sexual ou a atração por menores de idade (13-17 anos), mesmo que já possuam características físicas de adultos.</p>
<p style="text-align: justify;">Compreender a diferenças entre pedofilia e efebofilia tem ajudado a demonstrar a gravidade dos casos de pedofilia, onde crianças (muitas vezes, completamente indefesas e vulneráveis) são violadas ou abusadas sexualmente. Mas essa distinção não diminui a gravidade dos casos de efebofilia.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2015/10/efebofilia-psicologo-elidio-almeida.jpg?resize=370%2C370&#038;ssl=1" alt="efebofilia psicólogo elídio almeida" width="370" height="370"></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que o argumento de que as vítimas &#8220;já não são mais crianças&#8221; seja frequentemente a justificativa que muitas pessoas usam para tentar amenizar a gravidade dos seus atos contra crianças e <a href="https://elidioalmeida.com.br/2011/10/sexo-na-adolescencia-transformacoes-do-corpo-e-do-comportamento/" target="_blank" rel="noopener">adolescentes</a> que são abusados sexualmente. Pois, ainda que elas tenham um breve amadurecimento em relação às crianças que são violentadas nos casos de pedofilia, temos sempre que considerar que quando o adulto fantasia ou faz contato sexual com uma pessoa menos (ou tão) inexperiente, pode haver ali uma manipulação e controle de alguém mais experiente que pode tirar proveito de um adolescente (menino ou menina) que ainda está em uma fase crítica do seu desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Lamentavelmente, ao que parece, nossa sociedade tem perdido esse limiar de análise entre os casos de abusos sexuais. Pois, cresce a cada dia o número de pessoas que têm entendido como algo normal uma pessoa adulta se envolver sexualmente com adolescentes. Contudo, por mais que esse adolescente tenha um corpo físico de adulto ou que demonstre algum tipo de autonomia ou amadurecimento, devemos sempre considerar que esse adolescente (menino ou menina), pode estar sendo influenciado por alguém que tira proveito pessoal dessa situação.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/elidioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Psicologia-e-direitos-humanos-psicologo-em-salvador-12.jpg?resize=468%2C264&#038;ssl=1" alt="Psicologia e direitos humanos psicólogo em salvador" width="468" height="264"></p>
<p style="text-align: justify;">E isso é algo muito grave e extremamente prejudicial ao desenvolvimento, com prováveis sequelas que certamente surgirão na vida adulta do jovem abusado. Por isso, é importante refletirmos sobre a efebofilia em nossa sociedade e sempre verificarmos o que podemos fazer para não deixar que pessoas em desenvolvimento tenham seu curso natural violado.</p>
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