Meta ou obsessão? Esta semana, fui entrevistado pela jornalista Verônica Mambrini, do portal iG, para uma matéria especial sobre as diferenças entre metas e obsessões.
A matéria expõe que ter um objetivo é saudável, mas é preciso ficar atento aos sinais que indiquem se a meta pode ter se tornado uma obsessão. Além disso, a reportagem conta com depoimentos de pessoas que traçaram metas em suas vidas e foram em busca de conquistas.
Para mim, o conceito daquilo que é “normal” varia de pessoa para pessoa, de acordo com o contexto de cada um. “É obsessivo quando o comportamento causa ansiedade e impacta a qualidade de vida. Sono perturbado, privação de relacionamentos sociais e prejuízos diversos são sinais de que a pessoa pode ter perdido o controle.”
“Se a pessoa tem boa autoestima e uma psique saudável, ela tem maturidade para levar em consideração o que os outros falam. Ela tende a chegar a um acordo, cedendo até o ponto que considera importante”, acredito. Já a tendência dos obcecados é agir de forma extrema, passando da total rejeição e agressividade para a aceitação. A psicoterapia busca contribuir para que as pessoas conheçam seus limites e potencialidades e se aproximem desse primeiro padrão.

Elídio Almeida, psicólogo em Salvador, especialista em terapia de casal e relacionamentos
Como diferenciar metas saudáveis de comportamentos obsessivos?
A matéria foi publicada na página “Delas”, na coluna comportamentos. Clique aqui e confira na íntegra.
Na minha prática clínica, observo que a autoestima e o bem-estar emocional influenciam significativamente a forma como cada pessoa lida com suas metas e objetivos de vida pessoal e profissional.






