No dia primeiro de janeiro de 2013, a BandNews FM Salvador levará ao ar uma entrevista comigo, psicólogo, sobre teste vocacional. Aproveitei o início do ano — um período naturalmente marcado por mudanças — para falar especialmente com jovens que estão escolhendo a futura profissão ou iniciarão um curso universitário.

“Todo processo de mudança demanda conhecimento do ambiente e estratégias de adaptação, para que sejam evitadas as ansiedades indevidas e haja superação das dificuldades. Por isso, é extremamente importante que o jovem tenha orientação segura e apoio nessa fase tão importante da sua vida.”

Durante o Ensino Médio, sobretudo com a aproximação do vestibular, a tensão tende a aumentar. Nesse contexto, muitos jovens precisam de suporte psicológico para atravessar esse momento de forma mais saudável. Inclusive, é bastante comum que me perguntem o que fazer diante dessa fase tão delicada.

Teste vocacional e escolha profissional com orientação psicológica para jovens em Salvador
Escolher uma profissão exige mais do que decisão — exige autoconhecimento e orientação.
Elídio Almeida, psicólogo em Salvador, especialista em terapia de casal e relacionamentos

Teste vocacional: por que é importante?

Uma estratégia importante é buscar compreender as próprias preferências. Isso inclui refletir sobre como esses interesses se construíram ao longo da vida, o que fazia sentido no passado e hoje já não faz mais, além de considerar expectativas em relação ao futuro.

Ou seja, parar para pensar sobre esses aspectos pode trazer insights relevantes. Afinal, quanto mais clareza uma pessoa tem sobre si, maiores são as chances de fazer escolhas mais coerentes.

Costumo dizer que não existe uma receita pronta, pois cada pessoa tem sua própria história, seus valores e suas experiências. Ainda assim, algumas reflexões podem ajudar a tornar esse processo mais consciente e menos angustiante.

Escolha profissional e relações: um impacto que vai além da carreira

Embora a escolha profissional pareça, à primeira vista, uma decisão individual, ela também atravessa outras áreas da vida.

Na minha prática clínica, observo que essa decisão impacta diretamente relações familiares, expectativas dos pais e até mesmo relacionamentos amorosos. Isso acontece porque a profissão influencia rotina, estilo de vida, objetivos e prioridades.

Por isso, quando alguém faz essa escolha de forma precipitada ou se baseia apenas em pressões externas, os efeitos podem aparecer mais adiante — inclusive na forma de insatisfação pessoal e dificuldades nas relações.

Orientação vocacional como processo

Desse modo, ao longo da entrevista, destaquei comportamentos importantes antes, durante e depois da entrada na universidade. Esse percurso, geralmente, traz descobertas, desafios e mudanças significativas — tanto no campo profissional quanto pessoal.

Além disso, ressaltei que não devemos entender o processo de orientação vocacional como um momento pontual, mas sim como um caminho contínuo de autoconhecimento e adaptação.

A repórter Daniela Vieira me entrevistou, e a entrevista completa poderá ser ouvida na programação da BandNews FM 99.1, no primeiro dia de 2013.

Compartilhe sua opinião!

Quer conversar mais sobre este assunto?

Clique no botão abaixo e deixe seu comentário. Sua opinião é importante e pode ajudar outras pessoas com suas ideias e experiências!

Deixe seu comentário

Siga seu psicólogo no Instagram

2 Comentários

  • Laura Lerena disse:

    John mostra a uma sociedade elitista que a arte e a sensibilidade é inerente do individuo não é adquirido com o poder econômico, basta só oportunidade.

    • Verdade Laura, teríamos um mundo muito mais justo de mais pessoas pensassem assim. Obrigado pela participação.

Deixe uma resposta